Chegamos, instalamos, almoçamos num restaurante ao lado do Hotel, e compramos vinhos e queijos de diversos tipos, presuntos, torradas, patê de foie gras. Zé Roberto arrumou uma bolsa térmica com gelo para colocar o vinho e cerveja. Tudo preparado para o piquenique no gramado da Torre Eiffel. Depois descemos a Rua Lafayette em direção a alguns pontos turísticos da cidade.
Paramos em frente a Ópera Garnier, extravagante!
Ópera Garnier com um monte de gente na frente que não dá para ver
Passamos em frente a Place Vandôme, onde fica o Hotel Ritz. Esse lugar possui as lojas mais elegantes do mundo. Entramos em algumas, gastamos um pouco e depois voltamos para o passeio. *
*Essa parte não necessariamente condiz com a realidade pura dos acontecimentos.
Continuamos a pé pelos jardins de Tuileries que, cá entre nós, podia ser bem mais bonitinho, já que faz parte do complexo do Louvre. Mixuruquinho, coitado, perto de tudo o que Paris tem a oferecer.
Chegamos a Place de La Concorde, uma das mais históricas da Europa. Era um pântano, mas Luiz XV mandou construir uma praça para colocar sua estátua eqüestre. Vinte anos depois foi substituída pela guilhotina, que decapitou milhares de pessoas. Depois se transformou na Place de La Concorde.
Continuamos caminhando pelas margens do Sena até chegarmos no grande gramado da Torre Eiffel. Estendemos a bandeira quadriculada de verde e amarelo e colocamos nossa "cumidinha".
Tudo lindo, se não fosse a magnífica idéia do Zé Roberto de fazer um bundalelê para tirar foto. Coloquei a tarja preta por motivos óbvios.
Curiosidade sobre a Torre: foi construída como um monumento temporário para comemorar o centenário da revolução em 1889. Possui 3 níveis. No segundo nível tem o restaurante Júlio Verne, um dos melhores e mais caros da cidade. O jantar por pessoa lá não custa menos que 200 euros. No nosso segundo dia de Paris a parte nobre do grupo foi jantar lá. Eu fiquei de fora, claro.
Ricardo e eu na Torre Eiffel, símbolo de Paris.
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