quinta-feira, 8 de março de 2007

Bem-vindo à ilha mais bela do mundo - Fernando de Noronha

Nada do que vamos falar e mostrar sobre Fernando de Noronha tem o mesmo efeito do que estar lá. Não dá para explicar a beleza e magia do lugar. Quando fomos ao Big Sur (Califórnia), pensávamos que já tínhamos visto a paisagem natural mais bonita do mundo. Ledo engano... A vista do navio já indicava o que estaríamos para conhecer quando descéssemos...


Para quem não sabe, Noronha é um arquipélago de ilhas pertencente a Pernambuco. A maior parte é declarada Parque Nacional. Chegando lá, alugamos um buggy e fomos explorar a ilha maior.


Como a gente pode ver no mapa, Noronha é formada por uma grande ilha e várias ilhotas. Percorremos quase todas as praias da ilha maior nesses dois dias que estivemos lá.


Uma das primeiras praias que paramos foi a Praia do Sueste, na esperança de ver tartarugas durante um mergulho de snorkel. A água estava meio turva, mas deu para mergulhar ao lado de várias tartarugas.


Depois passeamos pela praia do Sancho. O acesso não é fácil, sendo feito a partir do alto de um penhasco com vista espetacular. Ali tem início a escada encravada na rocha que leva à areia branquinha. A praia, porém, é uma das poucas onde é permitida a parada de embarcações para banho, sendo uma opção para quem não topar a aventura pela escadaria.

A foto abaixo mostra a escadaria.


A foto abaixo mostra a praia vista de cima.


Em outra oportunidade, fomos à Baía dos Golfinhos. A vista desse lugar é maravilhosa. Como o próprio nome da Baía nos diz, lá de cima podemos ver os golfinhos nadarem. Nas fotos, eles ficaram bem pequenininhos, não deu para mostrar.




Passamos também pela Baía dos Porcos, ao lado da praia do Sancho, de onde podemos avistar o cartão postal mais famoso de Noronha: o Morro Dois Irmãos. Na verdade, esse morro pode ser avistado de vários lugares.


A Praia do Boldró é muito bonita também.


Uma parada obrigatória é a Posada do Zé Maria. Essa pousada é bem conhecida por lá, e uma das mais caras. As diárias, dependendo do quarto e da época, pode chegar a quase mil reais por casal. Não sabemos se vale a pena. Mas o almoço lá é uma delícia. Na época, nos serviram o Prato da Boa Lembrança: Peitinhos de Peixe Meca a Dois Irmãos. Olha o prato aí.


Foi um dos pratos mais saborosos que já experimentei, coisa de chef mesmo. Além disso, por fazer parte da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, ganhamos um prato pintado para colocarmos na nossa cozinha.

Ainda fomos ver o pôr-do-sol na praia da Atalaia. Para quem quiser ficar mais dias, os programas típicos são mergulhos com oxigênio em várias praias. Muito bacana. Muito bonito. Inesquecível.


Fortaleza, Natal e João Pessoa - 3 paradas do cruzeiro no Nordeste

O nosso cruzeiro para o Noreste partiu de Recife (PE) no sábado de Carnaval. Ficamos um dia no mar curtindo as atrações do navio e nossa primeira parada foi em Fortaleza (CE). Passamos um dia no lugar, e podíamos escolher a excursão que desejássemos para uma das praias.

Como já havíamos feito uma viagem bacana de 8 dias para Fortaleza, o destino não nos animou muito. Fomos a uma das praias distantes do centro que, honestamente, não lembramos o nome. Passamos o dia lá tomando cerveja, comendo peixe, nadando no mar. Programinha típico.


No dia seguinte aportamos em Natal e fizemos um passeio de buggy pelas dunas, brincando no "esquibunda" de lá.


Também pudemos ver uns camelos.


Depois de ficar em Fernando de Noronha (que falaremos num post separado), no caminho de volta do cruzeiro, passamos o dia em João Pessoa. Decidimos fazer um city tour, já que não dava tempo para mais nada, e nos surpreendemos. A cidade é bonita demais, apesar de ser uma das capitais menos famosas do Nordeste. É a cidade mais arborizada da América Latina. As praias são bonitas e os preços são baixos. Uma curiosidade: João Pessoa fica no extremo oriental das Américas!


No fim do passeio, fomos à Praia do Jacaré (que na verdade é banhada pelo rio Paraíba), em Cabedelo, ver a performance de um saxofonista tocando Bolero de Ravel., ao pôr do sol O nome da pessoa é Jurandy do Sax. Ele toca seu saxofone em um pequeno barco enquanto ficamos num barzinho em um dos deques. A cena seria maravilhosa se não fosse um acontecimento bizarro. Há um tempo atrás, o Jurandy do Sax parou de fazer sua performance por motivos de saúde. Nessa ocasião, outro saxofonista passou a executar o Bolero de Ravel em seu lugar. Pouco tempo depois o Jurandy do Sax voltou, mas o clone não foi embora. Com isso, o que pudemos ver nesse dia foram dois saxofonistas tocando partes diferentes da mesma música, um atrapalhando o outro. Simplesmente ridículo.

Pelo menos deu para aproveitar o carangueiro à beira-mar...


quinta-feira, 1 de março de 2007

O Cruzeiro para o Nordeste - Fernando de Noronha

Fizemos esse cuzeiro no carnaval de 2007. Decidimos fazer esse passeio porque queríamos muito conhecer Fernando de Noronha. Quando soubemos que o Cruzeiro saía de Recife, passava um dia em Fortaleza, um dia em Natal, três em Noronha e um em João Pessoa, achamos o programa perfeito para nós!

O Marcos e a Carol também animaram e foram com a gente. Mas se empolgaram tanto com Noronha que abandonaram o navio e ficaram na ilha mais 2 dias, em uma pousada. Depois voltaram de avião. Abaixo somos eu, Ricardo e Carol entrando no navio Pacific, o único que faz Fernando de Noronha por causa do seu pequeno tamanho. Antes que eu me esqueça, nesse cruzeiro o navio balança demais! Isso por causa da natureza do mar próximo a Noronha e por causa do tamanho do navio. Carol ficou com essa cara de feliz só na entrada, depois passou muito mal...

O cruzeiro tinha o sistema all inclusive, incluindo bebidas. Mas, como todos os cruzeiros, a comida não era o maior atrativo. O passeio sempre intercalava um dia no mar, com atividades dentro do navio, e um ou mais dias nos destinos programados. As atividades dos navios eram bem animadas, a tripulação era bem humorada e eletrizante! Todos nordestinos, claro! A foto abaixo mostra eu e Carol dançando axé em volta da piscina do navio, numa tarde de carnaval bem animada.


Todas as noites tinha um show diferente no teatro do navio. Os shows eram maravilhosos, muito bem planejados e ensaiados, a banda era muito boa! Todos os shows tinham música ao vivo.


Na última noite teve o show "O Turista é o Artista". Alguns turistas mais corajosos se inscreviam para pagar o mico que quisessem. Nem precisa falar que eu tive que participar cantando Marisa Monte, né! Fui a primeirona a apresentar. Olha a foto aí dos participantes da noite. A gente até tem a filmagem do show, mas por motivos óbvios preferimos poupar os amigos...


Durante o dia inteiro tínhamos atividades para fazer, desde aulas de dança, gincanas, curso de teatro, essas coisas típicas. Abaixo a nossa foto com o diploma da gincana que ganhamos.


Fizemos de tudo, até chegamos ao cúmulo de ter aula de "funk pancadão". Por favor, sem críticas... Cruzeiro com sistema all inclusive de bebidas tem seu efeitos colaterais...



Todas as noites jantávamos a la carte num dos restaurantes do navio, junto com um grupo de casais. Uma das noites era mais formal, o chamado jantar com o Capitão.


Não fomos ao jantar com o Capitão, mas no dia seguinte demos a sorte de encontrar com ele chegando em Noronha.


Ah! Quase me esqueci de falar do cassino. Claro que não era nenhuma Las Vegas, mas deu para nos divertir um pouco, e passar um "aperto" danado, quase perdemos um dinheirinho, mas no final deu tudo certo... A foto abaixo mostra a cara feliz dos homens depois de passar pelo sufoco. Não dá para entrar em cassinos com o Marcos, ele vicia até em jogos de quermesse de igreja...


Em termos de cruzeiro, não houve nenhuma novidade, especialmente para quem já tenha feito um. O que chamou a atenção mesmo foi Noronha, mas isso é assunto para um post separado.